"Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida."
Gênesis 50:20
Ocupação
Escravo, Governador do Egito
Era
Patriarcas e Profetas
NÍVEL
Level 14
ESTRATÉGIA
Pour en apprendre plus sur lui, lire Genèse 37 e 39-50.
Ocupação
Escravo, Governador do Egito
Era
Patriarcas e Profetas
NÍVEL
Level 14
ESTRATÉGIA
Pour en apprendre plus sur lui, lire Genèse 37 e 39-50.
HISTÓRIA
PARTE 1 DE 8

SONHOS DE GRANDEZA

José cresceu como o favorito de seu pai, Jacó. Ele foi o primeiro filho de Raquel, a esposa favorita de Jacó, que faleceu dando à luz seu segundo filho, Benjamin. Em uma exibição de amor por José, Jacó lhe deu um casaco especial de muitas cores. Os dez meio-irmãos de José detestavam seu status especial. Eles nasceram de Lia, cujo pai, Labão, havia enganado Jacó para que se casasse. Infelizmente, Jacó não amava Lia tanto quanto amava Raquel.

Ainda mais frustrante para os irmãos de José foram seus sonhos grandiosos. Certa vez, ele sonhou com onze feixes de grãos, cada um representando um de seus irmãos, curvados para seu feixe. Em outro sonho, que José relatou fielmente, o sol (representando seu pai), a lua (sua mãe) e onze estrelas (sem suposições aqui), todos se curvaram a ele.

Com seu lindo casaco, tratamento preferencial e sonhos de grandeza, José foi um homem marcado no que diz respeito a seus irmãos.

PARTE 2 DE 8 8

CONSPIRAÇÃO TRAIÇOEIRA

Um dia, Jacó enviou José para levar suprimentos para seus irmãos que estavam pastoreando ovelhas. Quando ele os encontrou em um lugar chamado Dotã, a maioria dos irmãos ciumentos de José queria matá-lo e jogar seu corpo em um poço vazio.

Um dos irmãos, Rúben, pediu moderação e sugeriu que simplesmente jogassem José vivo no poço. Rúben planejou secretamente retornar mais tarde para resgatar seu irmão sonhador e trazê-lo de volta para seu pai.

Os irmãos concordaram e jogaram José no poço, mas, antes que Rúben pudesse resgatar o menino, os irmãos o venderam como escravo a alguns mercadores que estavam indo para o Egito. Os irmãos decidiram explicar o desaparecimento de José a seu pai Jacó, manchando seu casaco com sangue de cabra. Quando Jacó viu o casaco, ficou compreensivelmente arrasado e convencido de que seu filho favorito estava morto.

Enquanto isso, José havia passado de um filho privilegiado e mimado a um escravo impotente rumo a uma terra estrangeira.

PARTE 3 DE 8

ESPOSA DE POTIFAR

Ao chegar ao Egito, os mercadores venderam José como escravo a Potifar, o capitão da Guarda do Faraó. José fez um ótimo trabalho para Potifar e logo foi promovido a chefe de toda a casa. José foi encarregado de tudo o que Potifar possuía. As coisas estavam melhorando para José, mas um certo membro da casa de Potifar estava prestes a anular todo o seu sucesso.

José era um cara bonito e a esposa de seu mestre tinha notado. Na verdade, ela estava tão apaixonada por ele que tentou várias vezes fazê-lo dormir com ela.

José recusou, dizendo que seu mestre lhe confiara tudo, exceto sua esposa, e que dormir com ela seria pecar contra Deus.

Mas a sedutora não desistiu. Ela o encurralou um dia e agarrou sua capa quando ele tentou fugir. Com a capa na mão, a esposa de Potifar alegou aos homens da casa que José havia tentado estuprá-la.

PARTE 4 DE 8

TEMPO DE PRISÃO

Diante das alegações selvagens de sua esposa sobre José, Potifar teve pouca escolha a não ser mandar José para a prisão. José era inocente de qualquer crime e mostrou-se à altura da situação. Ele impressionou tanto o diretor da prisão, que colocou José no comando dos outros prisioneiros.

Enquanto estava na prisão, José interpretou os sonhos de dois outros presidiários: o copeiro do Faraó e seu padeiro-chefe. O sonho que o copeiro teve de servir ao Faraó suco de uva espremido na hora era um sinal de que ele seria restaurado à sua posição anterior. José disse ao padeiro que seu sonho com pássaros comendo pão de cestos destinados ao Faraó, infelizmente, apontava para sua execução iminente.

Ambas as previsões se tornaram realidade. O padeiro foi executado e os pássaros se alimentaram de seu cadáver, enquanto o copeiro foi reintegrado. Ele prontamente se esqueceu de tudo sobre José, o que foi particularmente ingrato, já que José havia lhe pedido especificamente para fazer uma petição ao Faraó por sua libertação.

PARTE 5 DE 8

SEGUNDO EM COMANDO

Só depois do próprio Faraó ter tido um pesadelo, dois anos depois, é que o copeiro esquecido pensou em mencionar José. O Faraó sonhou com sete vacas magras comendo sete gordas e sete espigas murchas de grãos consumindo sete espigas gordas. Quando os oficiais do Faraó não conseguiram interpretar o sonho, o copeiro restaurado lembrou-se de José e sugeriu que buscasse sua sabedoria.

José revelou ao Faraó que seu sonho seria o prenúncio de sete anos de abundância, precedendo uma fome que também duraria sete anos. Ele sugeriu que Faraó pensasse no futuro e estocasse grãos em preparação para a fome prevista sete anos no futuro.

A interpretação do sonho, combinada com o bom conselho que recebeu, causou grande impressão no Faraó, que decidiu fazer de José seu segundo no comando no Egito. José passou a supervisionar o estoque de grãos em preparação para a grande fome que estava por vir. Aos trinta anos de idade, José havia ascendido à segunda posição mais poderosa da terra.

PARTE 6 DE 8

EXPLOSÃO DO PASSADO

Assim como José havia previsto, sete anos de abundância se seguiram e ele supervisionou a coleta e o armazenamento de grãos. Tão grande era a quantidade de grãos armazenados que era impossível manter um registro preciso.

Mas os felizes sete anos de abundância chegaram ao fim quando, com certeza, a fome atingiu a terra com força total. Não só houve fome no Egito, mas também o mundo inteiro sofreu.

Os egípcios foram orientados pelo Faraó a ver José a fim de comprar grãos dos depósitos. Espalhou-se a notícia de que havia grãos no Egito e, com o passar do tempo, um homem idoso, Jacó, enviou seus filhos para comprar alguns.

E foi assim que muitos anos depois, José, agora governador do Egito, ficou cara a cara com seus irmãos traiçoeiros. Eles não o reconheceram, mas se prostraram diante dele. José fingiu não os reconhecer.

PARTE 7 DE 8

COPO DE PRATA

O governador do Egito decidiu testar seus irmãos. Ele falou duramente com eles, exigindo saber de onde eles tinham vindo e acusou-os de serem espiões. Aterrorizados, eles insistiram que eram irmãos, que o irmão mais novo estava em casa e que um irmão "não existia mais". José perguntou-lhes se o pai deles ainda estava vivo.

José mandou meter os irmãos na prisão por três dias. Ele então ordenou que um irmão permanecesse refém na prisão até que os irmãos restantes voltassem com o irmão mais novo.

Neste ponto, os irmãos se sentiram convencidos de que estavam sendo punidos por seu tratamento cruel com José tantos anos antes. Simeão foi amarrado diante de seus olhos e então eles foram enviados para casa com sacos de grãos. Sem que eles soubessem, a prata com a qual haviam comprado os grãos estava escondida nos sacos.

Cheio de tristeza, Jacó percebeu que deveria permitir que Benjamin voltasse ao Egito com seus irmãos.

PARTE 8 DE 8

A REUNIÃO

Quando os irmãos voltaram ao Egito com Benjamin, José ficou emocionado. Mas ele escondeu seus sentimentos e convidou seus irmãos, incluindo Simeão que havia sido libertado, para se juntar a ele em um banquete.

Naquela noite, José ordenou que os jumentos de seus irmãos fossem carregados com todo o grão que eles precisavam, juntamente com a prata que tinham trazido com eles (que era o dobro da quantidade para compensar a última viagem). José também ordenou que sua taça de prata fosse escondida nos mantimentos de Benjamim.

Assim que os irmãos voltaram para casa, o mordomo de José saiu em busca da taça de prata. Quando a taça foi descoberta nos mantimentos de Benjamin, ele recebeu a ordem de permanecer como escravo de José. Judá implorou a José que permitisse que ele fosse um escravo no lugar de Benjamin.

Nesse ponto, José não conseguiu mais se conter, mas caiu em prantos, dizendo aos irmãos quem ele realmente era. Ele garantiu a seus irmãos aterrorizados que não os machucaria e, em vez disso, pediu que convocassem seu pai ao Egito.

Jacó se reuniu com seu filho há muito perdido, antes de morrer. José, um verdadeiro herói bíblico, salvou sua família e mostrou o tremendo poder do perdão.

Descubra mais sobre José lendo Gênesis 37 e 39-50.