"Nenhum Homem Sábio, Feiticeiro, mágico ou adivinho pode explicar ao rei o mistério que ele perguntou, mas há um Deus no céu que revela mistérios. Ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá nos próximos dias."
Daniel 2:27-28
Ocupação
Governador, Visionário
Era
Profetas e Reis
NÍVEL
NÍVEL 49
ESTRATÉGIA
Saiba mais sobre ele lendo o livro de Daniel.
Ocupação
Governador, Visionário
Era
Profetas e Reis
NÍVEL
NÍVEL 49
ESTRATÉGIA
Saiba mais sobre ele lendo o livro de Daniel.
HISTÓRIA
PARTE 1 DE 8

DEPORTADO

A vida de Daniel foi virada de cabeça para baixo aos dezessete anos. Criado como um membro da nobreza judaica, o adolescente hebreu foi capturado e levado à força de sua cidade conquistada, Jerusalém, para o país da Babilônia onde o rei Nabucodonosor governava.

Pouco depois de sua chegada, Daniel, três de seus amigos e um grupo de outros jovens membros da família real judaica e da nobreza, foram treinados nos hábitos do palácio. Este treinamento foi planejado para durar três anos e qualificaria os formandos para servir no palácio do rei Nabucodonosor.

O treinamento começou dramaticamente quando Daniel e seus amigos se recusaram a comer a comida e o vinho do rei fornecidos aos estagiários do palácio. Criados como judeus estritos, os quatro não queriam se contaminar com alimentos ricos e impuros que haviam sido sacrificados aos ídolos.

PARTE 2 DE 8

A GRANDE QUESTÃO

Daniel pediu que ele e seus amigos fossem dispensados de comer esta comida, pedindo em vez disso uma dieta muito simples de vegetais e água. Seu pedido foi recusado, porque o funcionário encarregado de seus cuidados temia por sua própria vida se permitisse que eles se desviassem da dieta palaciana. Daniel persistiu e pediu que lhes fosse permitido comer uma dieta simples para um período experimental de dez dias. A saúde de Daniel e de seus amigos poderia então ser comparada com a dos outros estagiários que comiam alimentos ricos e vinho.

Depois de dez dias, Daniel e seus amigos estavam mais saudáveis do que o resto dos estagiários, e assim foram autorizados a continuar com sua dieta simples para o resto do treinamento.

No final de três anos de Instrução, o próprio rei Nabucodonosor testou cada um dos estagiários e descobriu que Daniel e seus três amigos eram dez vezes mais conhecedores do que seus colegas.

PARTE 3 DE 8

PESADELO REAL

Não houve muito tempo para aproveitar esta vitória. Pouco depois, o rei Nabucodonosor teve um pesadelo que o perturbou muito. O governante babilônico não conseguia se lembrar dos detalhes de seu sonho, então convocou seus sábios exigindo que lhe contassem o que ele havia sonhado e o significado.

Os sábios enfureceram o rei porque não puderam contar-lhe o sonho. O imprevisível rei ordenou que todos os sábios fossem executados. Infelizmente para Daniel e seus amigos, eles eram sábios recém-formados.

Daniel foi até o rei enfurecido e disse-lhe que Deus poderia revelar seu sonho. Foi exatamente isso que aconteceu. Deus realmente revelou o sonho e sua interpretação a Daniel. O jovem hebreu disse ao rei Nabucodonosor que tinha sonhado com uma grande estátua. As diferentes partes da estátua simbolizavam futuros reinos que governariam em diferentes períodos da história da terra.

PARTE 4 DE 8

UMA PREVISÃO PODEROSA

Daniel explicou que a cabeça de ouro da estátua representava o reino de Nabucodonosor. (Neo-Babilônia governou o mundo de 612 a 539 a. C.). De acordo com o hebraico, o peito e os braços da estátua de prata representavam a Medo-Pérsia. (Esta se tornaria a próxima potência mundial dominante de 539 a 331 aC)

O ventre e as coxas de Bronze representavam outra grande potência, a Grécia, que governaria de 331 A 168 a. C. Em seguida, as pernas de ferro da estátua foram descritas como simbolizando Roma, o Império que conquistou os gregos em 168 a. C. e dominou os assuntos mundiais com uma vontade de ferro até sua queda em 476 d. C.

A estátua também tinha pés feitos de ferro e argila (representando os reinos divididos da Europa que nunca alcançaram a unidade). No final do sonho, uma rocha, simbolizando o reino eterno de Deus, destruiu a estátua e durou para sempre.

Graças ao sucesso de Daniel em explicar ao rei Nabucodonosor seu sonho e seu significado, todos os sábios foram poupados. Daniel causou uma profunda impressão no governante babilônico que o promoveu à posição de governador de toda a província da Babilônia.

PARTE 5 DE 8

DE REI À BESTA

Mais tarde em seu reinado, o rei Nabucodonosor teve outro sonho, que pediu novamente a Daniel para interpretar. O sonho era de uma árvore enorme que, apesar de sua aparência magnífica, foi cortada deixando apenas o seu tronco.

Daniel teve que revelar relutantemente que a árvore representava o rei e como ele seria cortado e reduzido a viver com animais selvagens. Daniel Então disse ao rei que ele permaneceria neste estado até que ele estivesse preparado para reconhecer que não há ninguém maior do que Deus.

A crise de insanidade de sete anos do rei Nabucodonosor começou quando o rei se creditou pelo sucesso de Babilônia, apesar do aviso de Daniel. O monarca babilônico viveu por sete anos com animais selvagens, tendo sido atingido com uma psicose severa por todo o período. Seu cabelo cresceu tanto quanto penas de águia e seu dedo e unhas dos pés se assemelhavam a garras.

A vida do rei no deserto terminou quando ele reconheceu que Deus era superior a qualquer rei e era capaz de "humilhar os que andam orgulhosos".

PARTE 6 DE 8

A ESCRITA NA PAREDE

O serviço público de Daniel na Babilônia abrangia os reinados de sucessivos governantes, incluindo o neto do rei Nabucodonosor, Belsazar. Houve uma ocasião memorável quando o rei Belsazar organizou uma festa luxuosa para mil membros da elite babilônica. Nenhuma despesa foi poupada. Pratos de ouro e prata, originalmente saqueados do antigo templo de Jerusalém, foram usados para servir bebidas. Durante a festa apareceu uma mão misteriosa e um dedo escreveu na parede do Palácio.

Apavorado, o monarca imediatamente concordou com a sugestão da Rainha-mãe e convocou o estadista Daniel para interpretar o Significado desta caligrafia. Daniel disse ao rei que ele falhou em aceitar a lição de humildade que Nabucodonosor havia aprendido. Ele disse a Belsazar que havia contaminado os vasos sagrados do templo e adorado objetos inanimados e sem valor em vez do Deus verdadeiro.

Daniel então interpretou as palavras hebraicas Mene, Mene,Tekel, Parsin. Ele disse que Mene significava que Deus tinha contado os dias do reino de Belsazar e o estava encerrando. Tekel significava que o monarca não tinha provado ser um governante digno ou humilde. Finalmente, Pérés (a forma singular de Parsin) significava que a Babilônia cairia e seria dividida entre os medos e os persas.

PARTE 7 DE 8

UM NOVO REI

Não muito depois de Daniel ter dado essa mensagem difícil, Dario, o medo, invadiu a Babilônia e Belsazar foi morto naquela mesma noite.

Daniel continuou a cortejar o favor Real sob o reinado do rei Dario. Seu alto status e o respeito universal pelo hebraico despertaram a inveja de outros oficiais. Eles elaboraram um plano para remover Daniel, convencendo Dario a promulgar uma lei afirmando que ninguém poderia orar a ninguém além do próprio rei.

Qualquer um que não obedecesse à lei seria atirado aos leões e devorado. Isso provou ser um problema para Daniel, que era conhecido na Babilônia por orar publicamente a Deus três vezes por dia. No entanto, Daniel manteve-se fiel à sua fé e continuou com o seu hábito de oração. Ele foi preso e julgado, para grande consternação do rei Dario, que percebeu tarde demais o esquema desonesto de seus funcionários.

PARTE 8 DE 8

A COVA DOS LEÕES

Antes de Daniel ser lançado na cova dos leões, o rei orou ao Deus de Daniel para proteger seu valioso político e conselheiro. Depois de uma noite sem dormir, o rei correu para a cova dos leões ansioso para ver se Daniel havia sobrevivido.

Milagrosamente, Daniel tinha sido poupado e disse ao rei que Deus tinha fechado a boca dos leões. O rei Dario ficou radiante ao descobrir que Daniel tinha sobrevivido a esta terrível provação e imediatamente o removeu do poço. Ele ordenou que os acusadores de Daniel fossem jogados na cova dos leões, onde foram prontamente devorados. O rei então emitiu um decreto para todas as nações do mundo conhecido, declarando que o Deus de Daniel fosse respeitado.

No final de sua vida, Daniel havia servido fielmente os governantes e as pessoas de seu tempo. Talvez a sua maior contribuição tenha sido a visão que deu sobre os acontecimentos do futuro. Ele fez isso interpretando mensagens de Deus para outros, bem como transmitindo visões e sonhos que Deus deu pessoalmente a este herói da Bíblia.

Saiba mais sobre Daniel lendo o livro de Daniel na Bíblia.